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CAMPUS DO SERTÃO

Técnico-administrativos de Glória elegem delegados para Confasubra

Data de Publicação: 06/04/2018

O Campus do Sertão, localizado no município de Nossa Senhora da Glória, foi a primeira unidade da UFS a realizar eleição de delegados da base para o 23° Congresso Nacional da Fasubra Sindical (Confasubra), ao submeter à escolha dos colegas os postulantes a representar a categoria nessa importante instância de organização e luta. A atividade aconteceu na tarde de sexta, dia 6, a um mês da realização do evento  que acontece entre 6 e 11 de maio em Poços de Caldas (MG) e atendendo à convocação da nossa Federação, que enfrentará um período de intensa mobilização para resistir aos ataques perpetrados desde a ascensão ao poder o ilegítimo e antidemocrático governo de Michel Temer.

Cumprindo as exigências regimentais para a votação, o Sintufs coordenou a mesa apresentando, além dos informes importante para a categoria, a explanação do funcionamento da organização da Federação e o que representa a luta empenhada diante dos ataques aos direitos conquistados.

Após as considerações iniciais, foi eleita por ampla maioria a chapa única inscrita - Sonhar, Lutar -, composta por Wagner Vieira, como titular, e Clêrton Magno, como suplente. Os representantes eleitos irão se juntar aos demais delegados escolhidos pela categoria nos campi conforme calendário devidamente convocado pelo Sindicato (clique aqui para conferir a programação das eleições na UFS). Ao todo, serão enviados 21 delegados da base da UFS para o 23° Confasubra.

ATAQUES E ENFRENTAMENTO
Conforme explicitado na fala de Fábio dos Santos, Coordenador Geral do Sintufs, o Congresso da Federação é o espaço de debates, partilha de experiência, deliberação e definição do Plano de Lutas, além da eleição para a Direção Nacional da Fasubra.

"Serão mais de 50 sindicatos filiados discutindo não apenas o Plano de Carreira e Cargos dos Técnico-administrativos em Educação (PCCTAE), que tanto vem sofrendo ataques pelo governo Temer, mas também iremos discutir os ataques à democracia, a repressão à luta, o avanço do conservadorismo, opressões de gênero, etnia, orientação sexual e identidade gênero e o papel dos movimentos sindical e sociais no enfrentamento a esses retrocessos", explica. De acordo com ele, será o momento de conhecer a experiência de outras universidades para então fortalecer as estratégias de resistência por uma universidade com melhores condições de trabalho, com investimentos em ensino, pesquisa e extensão socialmente referenciados, a partir das teses que irão nortear as ações da categoria.