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FUTURE-SE

Assembleias para debater o “Future-se” começam nesta quarta-feira

Data de Publicação: 09/09/2019

Primeiras assembleias acontecem nos Campi  de Laranjeiras e Itabaiana. Consulta às bases vão até dois de outubro

Democracia se constrói com participação das bases, sobretudo quando tratamos do futuro da universidade pública. De 11 de setembro a dois de outubro, os trabalhadores técnico-administrativos em Educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS) debatem sua posição acerca do programa “Future-se”, anunciado em julho pelo Ministério da Educação (MEC).

O primeiro encontro acontece no auditório do Campus UFS Laranjeiras, no Vale do Cotinguiba, a partir das 8h30. No turno da tarde teremos  nova plenária, desta vez no mini auditório do Campus UFS Itabaiana, a partir das 13h30. As assembleias nos campi foram definidas em Assembleia Geral da categoria, ocorrida no final de agosto.

De acordo com a Coordenação Executiva do Sintufs, o objetivo das consultas às bases é fortalecer o posicionamento da categoria sobre o programa do MEC, além de acumular forças para a construção de uma grande Assembleia Geral Universitária, composta por estudantes, trabalhadores técnico-administrativos e docentes.

AGENDA

Acompanhe a agenda das assembleias de base do Sintufs:

11 DE SETEMBRO

8H30 CAMPUS LARANJEIRAS – AUDITÓRIO

13H30 – CAMPUS ITABAIANA – MINI AUDITÓRIO

20 DE SETEMBRO

8H30 – CAMPUS GLÓRIA – AUDITÓRIO

24 DE SETEMBRO

8H30 – CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO – AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA CENTRAL ( BICEN)

13H30 – HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE ARACAJU – MINI AUDITÓRIO DO DEN

2 DE OUTUBRO

8H30 - CAMPUS LAGARTO – CINEMA

 

FUTURE-SE?

Apresentado pelo Ministério da Educação em 17 de julho, o programa Future-se prevê uma série de alterações no sistema de gestão e financiamento das universidades e institutos federais do país. O programa, que estabelece mudanças  em 16 legislações distintas para sua aplicação, prevê a gestão das instituições através das Organizações Sociais (OS´s) desobriga o Estado brasileiro em investir na manutenção física, estruturas de pesquisa e extensão das instituições, além de abrir as portas das universidades e institutos federais para o financiamento privado.

O programa foi rejeitado em assembleia geral, pela comunidades acadêmica, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Future-se recebeu duras críticas de cerca de 40 instituições federais de ensino, seu texto também foi oficialmente rejeitado pelos Conselhos Superiores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  Universidade Federal de Santa Catarina (UFS), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Ufam (Universidade Federal do Amazonas), Unifap (Universidade Federal do Amapá) e Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Um estudo elaborado pelo Grupo de Trabalho em Educação da Fasubra – federação que organiza a categoria dos trabalhadores técnico-administrativos em Educação no país -  foi elaborado e apresentado no início de setembro. Para acessar o estudo, clique aqui.