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Sintufs organiza reuniões para acertar venda de terreno do Povoado Mosqueiro

Data de Publicação: 10/09/2019

O imóvel situado na Zona de Expansão foi adquirido na década de 80. Reuniões acontecem até o mês de dezembro.

A partir desta semana a Coordenação Executiva do Sintufs organiza uma série de comunicados, reuniões e articulações junto aos demais proprietários do terreno situado no Povoado Mosqueiro, na Zona de Expansão de Aracaju, para acertar a venda do imóvel.  

O calendário de reuniões segue até o mês de dezembro, quando está prevista uma Assembleia Geral da categoria para deliberar oficialmente sobre a venda ou não do terreno.

A primeira reunião ocorreu na tarde da última segunda-feira (9), quando cerca de sete proprietários e herdeiros dos lotes compareceram à sede do Sintufs e ouviram a proposta da Coordenação Executiva do sindicato.

“A reunião foi muito produtiva, os filiados proprietários entenderam e apoiaram a iniciativa do sindicato. Não dá pra manter um imóvel sem destinação, ainda mais sob o risco de cobrança de IPTU”, afirmou Taira Cris, coordenadora de Formação Política e Sindical do Sintufs.

Os proprietários e/ou herdeiros dos lotes devem entrar em contato através do número     (79)3257-1391 e comparecer às reuniões marcadas. Acompanhe o calendário de atividades abaixo.

 

09/10              14h          2ª reunião (sede do Sintufs)

 

12/11              14h          3ª reunião (sede do Sintufs)

 

10/12              14h          Assembleia deliberativa 

ENTENDA O CASO

Adquirido coletivamente no ano de 1982 com o objetivo de construção de um condomínio-clube e um conjunto residencial, a propriedade do terreno é dividida com uma série de filiados. Ao longo das décadas a construção do empreendimento não se concretizou, e o terreno permanece intacto.

 Acontece que nos últimos anos somente o Sintufs vem arcando com as despesas tributárias, já que a Prefeitura de Aracaju vem efetuando cobrança do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) nos últimos triênios. O sindicato conseguiu reverter a cobrança através de ações judiciais, já que se trata de uma entidade sem fins lucrativos, mas o entendimento da Justiça pode mudar nas próximas cobranças e deixar a entidade descapitalizada.