Notícias

MANIFESTAÇÃO

SINTUFS define paralisação nacional em abril com Ato

Data de Publicação: 31/03/2015

Reunidos em assembléia geral nesta terça-feira,31, os técnico-administrativos em educação da UFS decidiram paralisar as atividades entre os dias 7 e 9 de abril e realizar uma série de manifestações impactantes.

A paralisação demandada pela FASUBRA, em articulação com os servidores públicos federais de outras categorias, objetiva a abertura de negociações. “A FASUBRA aprovou em sua última plenária o indicativo de paralisações em conjunto com outras categorias federais, pois o governo já sinalizou que não haverá diálogo. Como todas as outras
vezes,independente da sigla do governo,PT ou PSDB, conquistamos nossos direitos com LUTA. O corte de 7 bilhões na educação aponta a escolha política do governo e quem ele espera que suporte a crise dos capitalistas” informou Atamario Cordeiro, diretor do SINTUFS.

A conjuntura local de quase um ano da aprovação da resolução das 30 horas e o seu não cumprimento por parte da gestão da Reitoria também deixa um sentimento de indignação na categoria. “Faz quase um ano da aprovação da resolução da flexibilização da jornada no Conselho Superior desta universidade, nos esforçamos em assegurar o respeito ao rito processual e em efetivar as devidas análises dos processos e, apesar de aprovados há meses, estão na mesa da Progep. Acordamos com o Vice-Reitor e a Progep para que, em até 30 dias, as primeiras portarias fossem emitidas. No entanto, o prazo se encerrou no dia 26 de março e nada foi cumprido. Precisamos relembrar o nosso poder de mobilização e garantir as 30 horas” afirmou Lucas Gama, presidente do SINTUFS.

Somado à luta pelas 30 horas, a luta pelos técnicos do Hospital Universitário também merece urgência. “Nós, trabalhadores da saúde estamos doentes desde a chegada da EBSERH. O assédio moral e a indiferença permanece. Nós do HU já estamos mobilizados e continuaremos para denunciar os absurdos da EBSERH. Toda a categoria precisa se unir” clamou Kleber Santos.

Votadas em absoluto consenso haverá manifestações, dia 7 de abril, na entrada de veículos do Campus de São Cristovão, às 6 horas da manhã, e no dia 8 de abril, no Hospital Universitário, com horário a ser definido. Uma comissão de mobilização foi aprovada pela categoria para que os encaminhamentos e ações sejam efetivados.