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MOBILIZAÇÃO

Assembleia dos TAEs da UFS aprova adesão à Paralisação Nacional dia 15

Data de Publicação: 07/03/2017

Os TAEs da UFS irão aderir à Paralisação Nacional convocada pela Fasubra para o dia 15 de março como parte do enfrentamento à contrarreforma da previdência. a decisão foi tomada na Assembleia realizada na manhã de terça, dia 7, que contou com diversas deliberações importantes para a categoria. Entre essas decisões, foi realizada eleição de delegados para a Plenária da Fasubra que acontece entre os dias 17 e 19 de março. Os nomes referendados pela Assembleia foram Gutiere Cardoso e Lucimar Costa, eleitos em chapa única, e Bryanne Araújo, representando a coordenação executiva do SINTUFS.

A categoria também indicou membros para duas importantes comissões da universidade. Na Comissão Própria de Avaliação (CPA), a categoria referendou os nomes de Gentil Melo, como titular, e Cristina Teti, como suplente. Já na Comissão Permanente para Flexibilização da jornada (CPFJ), foi indicado Wallas Bruno Santos Lira, da Divisão de Segurança no Trabalho (Diset) como suplente de Suzanne Oliveira, posto que estava em vacância.

ANÁLISE DE CONJUNTURA E PAUTAS LOCAIS
Ao discutir a atual conjuntura política e a possibilidade de construção de uma Greve Geral, foi enfatizado que é preciso que um eventual movimento paredista em 2017 deve ter muito mais unidade e soma com outras categorias, diferentemente da de 2016, contra a PEC 55 (antiga PEC 241), que contou quase que exclusivamente com uma greve da educação pública federal, capitaneada pela Fasubra. Por esse motivo, é necessário construir as bases para uma greve unificada, muito mais ampla, e para cumprir esse objetivo, foi informado que os TAEs, através do SINTUFS, mantêm reuniões no Fórum dos Servidores Públicos Federais para fortalecer o debate em torno desse objetivo.

Também foram feitos repasses sobre o andamento da jornada flexibilizada na UFS. Conforme sugerido por Elayne Menezes, integrante da CPFJ, será realizada uma reunião ampla com todos os trabalhadores que estão lotados em setores cujas jornadas estão flexibilizadas e em seguida haverá reuniões com as chefias de cada setor sobre o assunto para alinhar algumas questões pendentes.

Outra pauta abordada na Assembeia foi sobre a manutenção do serviço odontológico do SINTUFS. Atualmente, são realizados atendimento na sede do Sindicato, porém a um custo muito elevado conforme demonstrado pela coordenadora de finanças Lucimar Costa. Segundo ela, cerca de R$ 10 mil são empenhados por ano entre os custos para manter um serviço, que incluem pagamento de profissional de odotonlogia e materiais usados nas consultas. Foi exposto que foram feitos apenas 72 atendimentos em 2016, sendo que cerca de metade desse número é de sindicalizados e o restante de usuários da comunidade externa da UFS. Uma vez que há, atualmente, facilidade de acesso a planos odontológicos privados a custos reduzidos, a procura tende ainda mais a ser reduzida, fazendo com que o serviço seja subutilizado adiante de uma despesa anual muito elevada. Assim, houve consenso na Assembleia pela suspensão do serviço. Os atendimentos contínuos foram finalizados e durante o mês de março serão feitos os atendimentos agendados que não necessitam de continuidade.